Casais

Mitos e verdades das finanças compartilhadas

Reunimos aqui 10 mitos e verdades que vão te ajudar a desconstruir a ideia de que dinheiro é um assunto proibido ou um tabu para o casal.

Por Ana Zucato10 de outubro de 2022atualizado em 10 de setembro de 20265 min de leitura

Existe um ditado que diz que “quando as dívidas entram pela porta, o amor sai pela janela”. Mas não precisa ser assim e, para provar isso, reunimos aqui 10 mitos e verdades que vão te ajudar a desconstruir a ideia de que dinheiro é um assunto proibido ou um tabu para o casal:

1. Dinheiro é um assunto que só gera brigas entre o casal

Isso é um mito que precisa ser desconstruído para ontem. A falta de organização financeira está entre as principais causas de discussões entre casais. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 57% dos divórcios realizados no Brasil na última década foram motivados por problemas financeiros. Ou seja, só conversando que o casal consegue alinhar expectativas, falar dos planos futuros e, claro, planejar as conquistas a dois como compra de casa, carro, viagem etc.

2. Ninguém devem abrir o quanto ganha para o parceiro

Outro mito. Para que os gastos compartilhados sejam divididos de uma forma justa é bom que o casal mantenha o diálogo aberto e fale sobre seus rendimentos de um jeito transparente e honesto. Não tem como guardar segredo se o objetivo é construir uma vida a dois.

3. Só dá para compartilhar gastos fixos como aluguel ou seguro do carro

Isso não é verdade. Nós podemos dividir qualquer gasto coletivo do nosso dia a dia, desde aquela cervejinha no happy hour até um churrasco em família onde as compras são feitas por uma única pessoa, mas o valor é dividido por todos os presentes no evento. Falando em casais, os gastos com pets, filhos ou pais idosos também podem ser divididos. A boa notícia é que existem soluções que ajudam na hora de dividir e pagar as contas. A Noh é um exemplo que veio para ficar já que o aplicativo é gratuito e permite realizar pagamentos via boleto, PIX ou cartão pré-pago.

4. O casal não precisa dividir as contas na proporção 50/50% sempre

Verdade. Diversos especialistas afirmam que o ideal é fazer a divisão proporcional ao salário que cada um ganha. A regra é clara: quem ganha mais, paga mais. Mas para os gastos variáveis é possível personalizar a proporção do pagamento a cada nova compra, já que pode acontecer, por exemplo, de uma despesa no mercado ter itens que sejam individuais.

5. Não existe conta conjunta digital

Mito. Não só existe, como ela já está sendo usado por muitos brasileiros na hora de fazer um “nó” com os parceiros e resolver de vez as brigas na hora de pagar contas. A Noh, fintech especializada em finanças compartilhadas em formato de conta conjunta digital, é uma opção para casais que querem ter mais controle do orçamento familiar de um jeito muito simples e prático. Depois de fazer o cadastro e abrir uma conta na Noh, cada usuário forma um grupo com um par e começar a dividir gastos fixos ou temporários. Por último, é só transferir recursos para a carteira digital e fixar quanto cada pessoa vai pagar de um gasto ou conta.

6. Conta conjunta é cara

Mais uma verdade. Abrir uma conta conjunta em um banco tradicional custa em média R$ 80 por mês. Pela burocracia e funcionalidades que oferece ela acaba não valendo o investimento, embora seja o método mais antigo de divisão de despesas. A boa notícia é que atualmente temos outras opções mais em conta e bem mais simples e flexíveis, como é o caso da conta conjunta Noh, que custa R$ 59,90 por mês pro casal

7. Nem sempre ambos têm estabilidade financeira

Isso é verdade, quando falarmos em casais estamos falando de duas pessoas que podem estar em fases diferentes de vida. Quando um dos dois perde o emprego, por exemplo, pode precisar de apoio do parceiro (a) se não tiver a famosa “reserva de emergência” ou até que encontre outro trabalho. Há casos também onde a mulher assim que tem um filho, prefere se dedicar a maternidade e não trabalhar durante um período que pode variar desde a licença remunerada ou até que ela se sinta à vontade para voltar ao trabalho. Nesses casos o casal precisa acertar o orçamento familiar e prever esse período com muita sabedoria.

8. Planejamento familiar se constrói com diálogo, não controle

Essa é a máxima para qualquer relação, mas principalmente falando de casais que dividem os gastos. O diálogo é fundamental, pois nem todos têm a mesma visão sobre o dinheiro. Conversar com o parceiro (a) é a melhor forma de descobrir como ele (a) lida com os gastos, se pensa em investir ou se guarda uma reserva para emergências que às vezes acontecem. Falar sobre isso não é dar permissão para que o outro controle o seu dinheiro. Muito pelo contrário, é uma forma de impor limites aos gastos que serão divididos e aqueles que são individuais.

9. Não precisa ser expert em finanças para se organizar com o seu par

Verdade. Você não precisa ser formado em economia, contabilidade ou áreas correlatas para organizar seu orçamento familiar. Basta o mínimo de interesse e buscar informações que te ajudem a desenvolver com seu parceiro (a) a melhor forma de conversar, prever e dividir as despesas do dia a dia.

10. Consultoria financeira não serve só para investimentos

Isso ainda é um tabu, já que boa parte dos brasileiros prefere não falar em dinheiro com os parceiros nem com um profissional que possa dar orientações para os casos de endividamento, por exemplo. Se você está nessa situação, com dívidas e não sabe o que fazer, procure ajuda de um profissional. O bem-estar financeiro está ligado diretamente à nossa saúde física e mental e uma consultoria pode te ajudar a enxergar uma saída mesmo quando o saldo está no vermelho.

Saiba mais:

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A Noh disponibiliza este canal ao cliente, enquanto a Dock, instituição autorizada pelo Banco Central do Brasil, é responsável pela prestação dos serviços financeiros e/ou de pagamento aplicáveis, conforme os termos e condições do produto.